A DIRF acabou, e se você trabalha com RH ou DP, provavelmente já se perguntou: e agora, o que muda no dia a dia?
A boa notícia é que a rotina não ficou mais complicada, mas ela ficou mais contínua. O cuidado, que antes era muito concentrado no começo do ano, agora precisa acontecer mês a mês.
Neste artigo, vamos explicar de forma simples:
- Por que a DIRF foi extinta
- O que entra no lugar dela
- Quais são os principais pontos de atenção para o RH e o DP
E, ao final, você pode baixar gratuitamente um ebook completo com o passo a passo prático. 😉
Índice
O que era a DIRF e por que ela acabou?
A DIRF, Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, era a obrigação usada pelas empresas para informar à Receita Federal os rendimentos pagos aos trabalhadores e os impostos retidos, como IR.
Ela foi extinta porque a Receita Federal decidiu simplificar e centralizar as informações. Muitos dados que antes iam para a DIRF já eram enviados por outros sistemas, o que gerava retrabalho e risco de inconsistências.
O que substitui a DIRF?
A DIRF não foi substituída por um único programa. Na prática, as informações agora estão concentradas em sistemas que o RH já utiliza:
eSocial, que recebe dados de remuneração, pagamentos e rendimentos dos trabalhadores
EFD-Reinf, que concentra informações sobre retenções de serviços e outras obrigações fiscais
O Informe de Rendimentos continua obrigatório?
Sim, continua.
Mesmo com o fim da DIRF, o Informe de Rendimentos precisa ser entregue aos colaboradores dentro do prazo legal, até o último dia útil de fevereiro.
Aqui entra um ponto importante: o eSocial apenas recebe e valida as informações enviadas. Ele não faz cálculos por conta própria. Isso significa que a responsabilidade pela conferência dos valores segue sendo do RH e do DP.
Onde ficam as informações agora?
O que antes era consolidado na DIRF passou a ser distribuído em eventos e módulos específicos, principalmente no eSocial.
Isso exige mais atenção com:
Cadastro completo dos colaboradores
Eventos de remuneração e pagamento
Datas corretas de pagamento, que impactam diretamente o imposto
Qualquer divergência pode gerar problemas já no mês seguinte.
Principais riscos para o RH após o fim da DIRF
Com a fiscalização mais automatizada, alguns erros ficaram mais sensíveis:
Informar o imposto no mês errado por causa da data de pagamento
Cadastro incompleto de dependentes, pensão alimentícia ou plano de saúde
Divergências entre eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb
Como o RH pode se organizar melhor nesse novo cenário?
A chave está em processos bem definidos e conferência mensal. Além disso, ferramentas digitais ajudam muito na rotina, principalmente na gestão e entrega do Informe de Rendimentos aos colaboradores.
Plataformas como o Epays permitem centralizar documentos, automatizar a entrega dos informes e reduzir riscos de erro, trazendo mais segurança para o RH e para o trabalhador.
Quer entender tudo isso em mais detalhes?
Este artigo trouxe uma visão geral, mas o tema exige atenção aos detalhes.
📘 No ebook gratuito “Fim da DIRF: e agora?”, você encontra:
O fluxo completo do que mudou
Passo a passo prático no eSocial
Pontos de conferência para evitar multas
Dicas específicas para o RH e o DP
👉 Baixe o ebook gratuitamente e fique por dentro de tudo






